EU??? SIMPLES ASSIM...

DE ONDE VEM MINHA INSPIRAÇÃO?

NÃO FAÇO A MENOR IDÉIA.... FICO DE BOBEIRA E

DE REPENTE PLINPLIN...DO NADA ACORDO NO MEIO DA NOITE E CONSIGO FAZER AQUELE PROJETO QUE VEM ME CONSUMINDO OU VENHO PARA O COMPUTADOR E COMEÇO A ESCREVER O QUE ME DÁ NA TELHA...

NEM SEMPRE É POSSÍVEL FAZER RELAÇÃO COM A MINHA

VIDA OU HISTORIAS QUE ESCUTO, COISAS QUE

VEJO...

NEM SEMPRE FAZ SENTIDO... AS VEZES FAZ...

LEIAM! VEJAM! COMENTEM!!!

HAHAHA

BEIJOS E OBRIGADINHA !





30 novembro, 2009

ANUÁRIO CASACOR


Foto oficial CasaCor PE
O ANUÁRIO JA ESTÁ NAS BANCAS EM TODO BRASIL.

26 novembro, 2009

Voando alto


Eu sei, eu sei... Não tenho dedicado nem um minutinho do meu dia ao blog a aos amigos blogueiros... Desculpinhaaaaaaaaaa!! Semana complicada, mas finalizando com grandes novidades. hahaha, surpresa, so conto na hora certa, so adianto que estou voando alto, muito alto. Semana que vem estarei em SP, mas assim que retornar prometo dar mais atenção às letras, sonhos e poesias. Tô sentindo falta disso, mas...
Ate breve e torçam por mim!
Beijos a todos

08 novembro, 2009

sustentabilidade está no código genético

Quem me ensinou quase tudo o que sei:
entrevista com mamãe para o diário de Pernambuco, na pagina seguinte meu espaço no Morar Maais Recife

http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/11/08/diariorevista2_0.asp



Reaproveitar com muito estilo


Muito antes da palavra sustentabilidade virar moda (muito melhor seria que fosse prática!), o pai de Nilse Cintra Leal já educava os filhos. "Ele fazia isso por intuição, era muito sábio, apesar da pouca instrução", conta. Na casa dela, nada era desperdiçado: luz sempre desligada, torneiras fechadas, jogar comida fora, nem pensar! "Lembro que ele colocava águas nas plantas de madrugada, porque a evaporação é menor".

As lições do pai fizeram escola. As preocupações ambientais de Nilse são naturais. Nada neurótico, mas consciente da importância das ações individuais. No banheiro, por exemplo, Nilse mostra a bacia sanitária que tem o dispositivo de despejar três ou seis litros de água. "Não foi muito mais cara do que a normal e o benefício é grande", atesta.

Na varanda, um painel de bambus e os vasos das plantas são garrafas PET. "Faço muitas experiências com materiais reciclados. Coisas que podem ser reaproveitadas ", explica. Na sala, uma luminária. Ao chegar perto, dá para perceber: é só recobrir a garrafa PET com crochê e colocar uma lâmpada. Ainda nessa área, Nilse exibe as janelas feitas com madeira de demolição. Numa delas há um espelho e na outra, ela colou gravuras antigas nos vidros. "É uma questão de estilo de vida, posição diante do mundo".

O apartamento no bairro da Torre ainda não está completamente decorado, mas Nilse faz escolhas ecologicamente corretas. "Prefiro usar gesso ao invés de madeira, como fiz no closet, as tintas são a base de água".

Na casa de campo em Gravatá, os ambientes também primam pela sustentabilidade. Desde os móveis até a tinta usada na parede, tudo tem o selo eco. No jardim, Nilse experimenta um projeto de irrigação por gotejamento para evitar o desperdício de água. "Nos sites têm umas ONG's que apresentam soluções muito simples, é só colocar em prática", diz.

Jornal Diário de Pernambuco

http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/11/08/diariorevista4_1.asp


jornal DIÁRIO DE PERNAMBUCO 08/11/2009.

Materiais acessíveis a todo mundo


Um terraço arejado do casarão (traz idéias que podem ser adaptadas ao seu apartamento, por exemplo) virou um recanto sustentável projetado por André Dantas. "A proposta é mostrar que a gente pode trabalhar com o
Foto: Inês Campelo/DP/D.A Press
sustentável. Que o reciclado pode ter estilo. Porque muitas vezes as coisas tinham um apelo caricaturado", avalia Dantas. Dá para imaginar uma luminária de caixas de ovos? Pois pode ter certeza que dá certo. Aqui, a luminária foi pintada com spray preto; as caixas foram unidas com cola quente; e uma chapa une a estrutura.Há também um enorme painel de garrafa PET. É preciso chegar pertinho para perceber que aquele efeito é conseguido pelas garrafas. "No apartamento, isso pode servir como espaço de divisória, numa área de serviço, para bloquear um pouco da incidência do sol, como apoio. As possibilidades são infinitas".As cadeiras de ferro parecem tiradas da casa da vovó, mas ficam super atuais. Os bancos foram feitos com restos de construção da própria casa. "O legal é buscar a sua personalidade, porque os materiais são acessíveis a todo mundo, é bem mais fácil", complementa.

Brinque com o conceito de exclusivo

O quarto da casa de praia projetado por Deise Leal e Cícero Souza é despretensioso, mas tem um ar romântico, acolhedor. "São ideias simples, que podem ser aplicadas de várias formas e transformar o ambiente", explica Deise. A parede mais bonita do quarto é florida. "É tecido que compramos bem barato. É só diluir cola branca, aplicar na parede com rolinho e ir colando o tecido de cima a baixo". Dá para usar brim ou papel de seda.

Já o espelho da cama, foi feito com pallets, aqueles de madeira, usados para transportar materiais. "Não fiz nada, é só pintar os pallets, colocar umas luzes por trás que já dá um efeito bem bonito", explica. Outra opção seria colocar os pallets em baixo do colchão, como aquelas camas japonesas.

O piso recebeu aplicação de resina e foi tingido com pó xadrez, o que dá um ar praieiro, muito atual. A luminária é de garrafa PET e crochê. Para complementar o ambiente, uma escultura do artista plástico J. Maciel, que também está expondo no ambiente Jardim das Esculturas, projetado pelo próprio Maciel e por Alex Barbosa e Miguel Falcão. "O legal de todas essas idéias é customizá-las, reunir a família, soltar a imaginação e você se divertir enquanto deixa a casa mais bonita e o planeta preservado".

Galeria

Cuba da pia

Juliana Baptista Neves e Marylia Nogueira fizeram um banheiro supercharmoso e aconchegante para a casa de praia. Um detalhe chama atenção: a cuba da pia é de barro. Mais barata do que aquelas feitas com materiais tradicionais e bem adequada à proposta do ambiente. É só colocar o encanamento que funciona mesmo.

Painel de madeira

A área de circulação da casa de praia, projetada por Carolina Farache e Daniela Pêra, traz uma ideia simples. Um painel feito com compensado de madeira. No ambiente, serve para pendurar bolsa, chapéu. Mas dá também para fazer um painel de fotos e recados, decorar. Um detalhe leve e descontraído.

Luminária de concha

O quarto do bebê da casa de praia é superdelicado, bem clean. O espaço é assinado por Sayonara Pinto. A iluminação ganha um toque especial com luminária feita de conchas do mar. São várias correntes de conchas. As conchinhas também estão nos detalhes da cortina e no berço do bebê.

Serviço

Morar mais por menos Recife até 22 de novembro
Onde: Avenida Rui Barbosa, 1105, Graças
Horário: de terça a domingo, das 15h às 22h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), mas nas terças e quartas, quem for ao local e contribuir com alimentos não-perecíveis ou produtos de higiene pessoal paga R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia).

jornal do commercio

http://jc3.uol.com.br/jornal/2009/11/08/not_354072.php

Materia do Jornal do Commercio em 8/11/2009.

A sustentável beleza do lar
Publicado em 08.11.2009
Na mostra Morar mais por menos, que vai até o dia 22, nas Graças, materiais reciclados como garrafas PET, papel de seda e caixa de ovo viram elementos decorativos dos mais descolados

Carol Botelho
cbotelho@jc.com.br
Pensar num projeto de decoração com elementos nobres é fácil. Difícil é tornar sofisticados e de bom gosto ambientes concebidos com materiais como barro, plástico, papel de seda, gesso e pallets (estrado de madeira usado em empilhadeiras). Além de econômicas, as alternativas são sustentáveis, proposta interessante para os que se preocupam com o meio ambiente.
Sugestões de decoração “verde” podem ser encontradas na mostra Morar Mais por Menos, exposição de arquitetura, decoração e paisagismo que acontece até o próximo dia 22 de novembro. Sob o tema O planeta é nossa casa, a mostra traz 47 ambientes distribuídos em um casarão situado na Avenida Rui Barbosa, 1105, no bairro das Graças. Em cada um deles é possível encontrar alguma dica sobre como lançar mão de recursos que, à primeira vista, teriam como destino certo o lixo. Tudo bem que a casa não seja transformada em uma exposição de recicláveis. Mas inserir objetos ou mobiliário feitos com materiais pouco usuais pode acrescentar personalidade ao lugar.
Que tal, por exemplo, usar juta com estampa de flores em lugar do papel de parede? O tecido custa R$ 10, o metro. A opção pode ser vista no Quarto da casa de praia, criado pelos arquitetos Deise Leal e Cícero Souza. Os dois utilizaram um pallet para fazer as vezes de cabeceira da cama. Já no banheiro da casa, o mesmo material vem mais elaborado, devidamente lixado e envernizado, como bancada.
Para fazer a luminária de teto quadrada, Deise e Cícero usaram compensado de caixote de feira. “No teto, preferi aplicar tecido TNT a gesso, que é mais caro”, justifica Deise. Outra madeira politicamente correta utilizada é a de demolição. Com seus vincos e buracos de prego preservados, o material foi parar em tampos de mesa, portas e até em forro de parede.
E se o mote é reciclar, não poderiam faltar garrafas PET. Na Área sustentável, criada pelo arquiteto André Dantas, elas preencheram o arco do terraço. O resultado lembra o efeito dos antigos combogós. No mesmo ambiente, caixas de ovo de papelão pintadas de preto viraram luminária de teto. Os pufs são de tijolo e ladrilhos retirados do próprio casarão onde acontece a mostra. Outra versão foi produzida com restos do material de banners, gerando efeito colorido, graças às estampas publicitárias.
Presente em vários ambientes da mostra, o barro substituiu a louça da pia do Banheiro da casa de praia. Em forma de cubos, virou até cortina do Terraço de verão.
No lugar da madeira, o gesso foi a alternativa usada para criar o trocador e a estante do Quarto do bebê. O material recebeu revestimento espelhado e pintura à base de verniz e purpurina dourada no Espaço vinho. Na parede, o painel com restos de ferro-velho é assinado por Ferreira. Outros ambientes ganharam contribuições de artistas com propostas sustentáveis, como os painéis de Jota Maciel, feitos com latas de alumínio reciclado.
O couro do peixe tambaqui foi parar no forro da poltrona do Quarto masculino. O papel de seda, aplicado com dobras, formando textura, foi a opção ao papel de parede no Quarto da moça.
As versões sintéticas de palha e grama foram usadas pelos arquitetos Marcos Villela e Maria Sandra Cruz para transmitir leveza. “São ideais para ambientes abertos porque têm maior durabilidade e podem levar água. No caso da grama, a opção artificial é mais barata e não dá trabalho”, explica Maria Sandra.
E quem gostar do que encontrar por lá não vai nem precisar procurar similares no mercado, já que as peças estarão à venda. E melhor ainda será adquirir tudo em liquidação, na última semana da mostra. O ingresso para o evento, que ocorre de terça a domingo, das 15h às 22h, custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Nas terças e quartas-feiras, quem levar um quilo de alimento não perecível ou um produto de higiene pessoal paga R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia). O que for arrecadado será doado a uma instituição de caridade ainda não definida.

03 novembro, 2009

MAIS UM TEMPO ...


AMIGOS, SAUDADE...
ACHEI POUCO! A MOSTRA MORAR MAIS É UM SUCESSO, MAS COMO SABEM, ESTOU SEMPRE À PROCURA DE NOVOS DESAFIOS, PORTANTO AGUARDEM: CASA COR PERNAMBUCO 2009.
GALERIA DE ARTE, POR DEISE LEAL, CICERO SOUZA, DIEGO FERRAZ, KARLA AZEVEDO E ANDERSON LULA ARAGÃO. SÃO 15 DIAS PARA DEIXAR TUDO LINDO, ENTÃO VOU SUMIR MAIS UM POUQUINHO, MAS NÃO ESQUEÇO VOCÊS E POSTAREI AS NOVIDADES.
BEIJOOS